Gestão da segurança da informação: terceirizar com inteligência.

Ao terceirizar uma parte crítica da área de TI, empresas ganham agilidade, economizam e podem contar com o que existe de mais atual em proteção de dados.

07 de Janeiro 2022 | 16:19

Aprox. 6 minutos de leitura.


A segurança da informação está apoiada sobre quatro conceitos: confidencialidade, integridade, disponibilidade e autenticidade de dados. É por meio dela que empresas podem se proteger no dia a dia de erros humanos, fatalidades tecnológicas e pessoas mal-intencionadas (criminosos ou concorrentes).

Trata-se de uma prática complexa, mas que basicamente consiste em desenvolver processos, definir normas e metodologias que determinarão como será o fluxo de dados dentro da empresa e também, quais serão as ações de cada pessoa que tem acesso a informações.

Na ausência da criação e monitoramento desses parâmetros, abre-se espaço para que dados da empresa ou de seus clientes sejam expostos e até mesmo sequestrados por cibercriminosos. 

Incidentes dessa natureza podem ser muito prejudiciais para os negócios, por comprometerem o sigilo de estratégias que não deveriam chegar ao conhecimento de players do mesmo segmento de atuação e terem o potencial de criar problemas judiciais, em caso de vazamento de dados sensíveis de clientes.

Empresas brasileiras são alvos constantes

No Brasil, o cenário tem sido muito favorável para a prática de crimes cibernéticos, tendo sido registradas no ano de 2019, tentativas de ataques que superaram a marca de 15 bilhões, no curto período de três meses. O uso de ransomwares (malwares que sequestram dados) tem se intensificado globalmente, como foi o caso dos ataques com o WannaCry e o Bad Rabbit.

Em poder de dados vitais para a empresa, os criminosos solicitam resgates que devem ser pagos com criptomoedas, para que as informações sejam devolvidas. Não há nenhuma garantia de que, mesmo mediante pagamento do valor exigido, os dados serão devolvidos.

Como Crackers estão constantemente buscando novos métodos de invasão e roubo de dados, a tendência é que ataques desse tipo se intensifiquem e se aprimorem em uma velocidade difícil de ser acompanhada, a menos que as organizações passem a contar com empresas de segurança da informação, focadas em reduzir danos, entender e antecipar essas ameaças. 

Terceirizar é o caminho mais lógico

A maior parte das empresas não é focada na área de TI, mas faz uso desses recursos como ferramentas para praticamente todos os processos do negócio. Mesmo possuindo equipes internas de tecnologia da informação, a carga cotidiana de trabalho não permite que a segurança da informação receba a prioridade necessária. 

Com a terceirização desse trabalho para empresas especializadas, a organização tem a sua disposição profissionais atentos às atualizações necessárias de softwares, drives e sistemas, assim como aos protocolos presentes no mercado, para proteger os dados de possíveis ataques.

O que esperar desse parceiro?

Essa equipe externa deve ser um braço da empresa com dedicação total ao tema da segurança da informação, pronta para identificar problemas, propor resoluções e responder a ataques. Isso promove um alto nível de profissionalização para uma área vital no contexto do mercado global.

Essa empresa terceirizada passa a representar uma maior economia de recursos, já que diminui os encargos trabalhistas com a montagem de uma equipe própria, dispensa a criação de uma estrutura física dedicada e permite que a empresa possa manter o foco exclusivamente em seu ramo de atuação.

Os resultados são apresentados por meio de relatórios de cada serviço realizado, o que permite ter uma visão abrangente do status da gestão de dados da empresa, em um nível mais rigoroso do que seria possível com um time interno.

Como profissionais com esse grau de conhecimento e atualização costumam ser raros, eles representam um custo elevado para serem mantidos no time interno de TI. Assim a terceirização se apresenta como uma opção mais econômica, que possibilita à equipe focar nas rotinas diárias.

Profissionais terceirizados acompanham o ritmo das mudanças

Diversas empresas têm apostado no uso de softwares e hardwares para cuidar da área de segurança da informação. No entanto, por mais avançadas que sejam essas soluções, sem o monitoramento de um profissional, os possíveis ataques não são efetivamente prevenidos ou respondidos.

Nesses casos, as mudanças e redefinições necessárias, para criar um ambiente realmente seguro deixam de ser pensadas e a falsa sensação de segurança pode abrir espaço para fraudes e invasões.

Quando feita de forma estratégica, a terceirização da segurança da informação oferece inúmeros benefícios e inclusive permite que as empresas estejam alinhadas com as diversas certificações exigidas pelo mercado, como é o caso das que estão inclusas no ISO 27000. 

Ações preventivas e profissionais terceirizados que pensam exclusivamente em segurança de dados, são o caminho escolhido por empresas que já entenderam que é preciso modernizar seu formato de contratação e contar com inteligência externa para estar sempre um passo à frente das novas ameaças. 

Entre os especialistas que contribuem com sua visão estratégica sobre o tema no mercado brasileiro a Diazero Security se destaca. Nossos diversos serviços atendem à demanda por segurança de organizações dos mais diferentes portes e segmentos. Clique aqui e conheça as soluções que a Diazero oferece para o seu negócio.
 


CONTEÚDOS RELACIONADOS

Acessar
19 de Novembro 2021 Segurança Segurança

Managed Security Services (MSS): tudo o que a sua empresa precisa saber

Saiba o que são Managed Security Services (MSS) e quais os motivos para adotar esse serviço de segurança da informação na sua empresa.

Acessar
02 de Dezembro 2021 Segurança Segurança

Pentest: o que é e como funciona o teste de invasão?

Entenda o que é e como funciona o pentest, também conhecido como teste de invasão ou de intrusão.

Acessar
24 de Dezembro 2021 Segurança Segurança

LGPD: qual a responsabilidade das empresas em caso de vazamento de dados?

Entenda o que é vazamento de dados e qual a responsabilidade das empresas nos casos de incidentes de segurança, segundo a LGPD.